As mentiras que visto logo já se tornaram a minha pele
As contradições que digo por pura diversão
Muito mais fácil a dor quando não te fere
As poesias que escrevi se tornaram minha maldição
Estou tão vazio que transbordei amor
O remorso por todos os lados
E o mar seca, me perguntam quem sou eu
Digam meu nome, mas sejam delicados
Vocês me mataram e ninguém nunca percebeu
Aquela velha poesia
O sangue e a cortesia
E eu me perco na fantasia
E de me perder na alegria
De ser feliz sem me esforçar
De sorrir e poder cantar
De não desistir quando cair
De não chorar e fugir
Os vagalumes iluminando a rua
Uma noite fria e sem lua
A verdade nua e crua
E eu quis ter a sua
Eu estou cansado
E ainda nem cheguei aos 30
Amargurado
E hoje ainda é quinta
Eu vou mudar
Ser outro alguém
Vou me jogar na linhando trem
Vou morrer como um ninguém
Não se preocupe não pois está tudo bem
O medo vai me domar
A noite está vindo
Eu vi o céu chorar
Eu assisto sorrindo
A noite está vindo
Eu vi o céu chorar
Eu assisto sorrindo
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